Património

Capela de Santa Ana e Espaço de Memórias (na Capela de Santa Ana)

A Capela de Santa Ana e o Espaço de Memórias encontram-se abertos a visitas, sob agendamento.

Contacto para visitas: 231 202 378

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Projeto de Recuperação

Quando se comemoraram os 300 anos da (re)construção da Capela de Santa Ana, a SCMM inaugurou um núcleo de exposição e de memórias alusivas a este espaço religioso. A Capela de Santa Ana foi (re)construída em 1716 e terá sofrido várias campanhas arquitetónicas desde então.

Os parâmetros e as alfaias litúrgicas presentes neste espaço foram utilizados sucessivamente pelos diferentes párocos ao longo dos anos, tendo chegado até aos dias de hoje com as memórias dos tempos idos. Da lembrança dos mealhadenses restam ainda as memórias do Padre António Breda, Padre Andrade, Padre Alberto L. Gil e Padre Abílio Simões.

Bibliografia: Rocca, S. V., & Guedes, N. C. (Eds. Lit.), Roque, M. I., Guerreiro, D. (2004). Thesaurus: Vocabulário de objetos do culto católico. Lisboa: Universidade Católica Portuguesa; Fundação da Casa de Bragança.

Capa

Veste superior usada por todo o clero, do Papa aos cantores, e, mesmo, nalgumas cerimónias solenes, exceto a missa, nas vésperas, na procissão ou na bênção do santíssimo e pelo presbítero assistente na celebração de missa pontifical.

Manípulo

Tira de tecido, geralmente seda ou com trama dourada ou prateada, com forro e ornada com uma cruz grega ou outros motivos cruciformes, ao centro e nas extremidades, mais largas e franjadas; dobra-se ao meio, com um cordão ou fita a unir os dois lados, e mede, dobrado, cerca de 50 cm. É usado no braço esquerdo, exclusivamente durante a missa, pelos clérigos e, eventualmente, freiras ou monjas de clausura e meninos de coro. Faz conjunto com a estola, de que se aproxima formalmente, mas sendo de menor dimensão, e com casula.

Casula

Veste superior usada por todos os clérigos, sobre os restantes paramentos, durante a celebração da missa e na procissão do santíssimo ou pelos cónegos em missa solene (…) segue as cores do tempo litúrgico.

Roquete

Veste usada pelo Papa, cardeais, bispos, abades e outros prelados ou cónegos, sob a capa, a dalmática, a capa magna, o mantelete, durante os ofícios do coro ou, sob a sobrepeliz, noutras funções litúrgicas. (…). É uma túnica comprida, acima dos joelhos, com mangas largas ajustadas por punhos; ornada com rendas e tules na extremidade das mangas e na orla inferior, sobressaindo sobre o tecido da cor da sotaina ou do paramento que corresponde à dignidade do clérigo que a usa.

Estola

Longa tira de tecido, geralmente com seda ou com trama dourada ou prateada, com forro, e ornato com uma cruz grega ao centro e duas nas extremidades, mais largas e franjadas (…). É usada à volta do pescoço por toda a hierarquia eclesiástica, incluindo o diaconato, na celebração da missa, administração de sacramentos, exposição do Santíssimo e noutras cerimónias.

Santas Mães

Santa Ana afigura-se sentada com vestes azuis e um manto carmim com decorações vegetalistas douradas. Um lenço branco cobre-lhe a cabeça. A Virgem Maria e o Menino Jesus encontram-se ambos sentados ao seu colo. A Virgem Maria encontra-se sentada no lado direito, com uma túnica azul com decorações a dourado. A Virgem ostenta uma coroa e um ramo de flores na mão direita. No lado esquerdo encontra-se o Menino Jesus com vestes castanhas também elas decoradas com motivos vegetalistas. Ao centro, bem visível, uma romã, símbolo da fertilidade.

A Virgem

Apresenta-se com um lenço na cabeça e vestes carmim até aos pés. Um manto azul cobre a Virgem até ao chão.
O Menino Jesus mostra-se vestido, igualmente com uma túnica carmim e o “Mundo” na mão esquerda indicativo de “Salvador do Mundo”.

Cronologia: Século XVIII
Técnicas: Estofado; Policromado
Materiais: Pedra Calcária.

S. Benedito

(São Benedito, o Negro, São Benedito, o Africano ou São Benedito, o Mouro) Padroeiro dos Cozinheiros.
Benedito, nome que significa “abençoado”, “bendito”, nasceu em um povoado na Sicília (Itália), chamado “San Filadelfo”, em 1526. Os seus pais eram escravos vindos da Etiópia (África), contudo, o filho já nasceu livre da escravidão.

Santa Rita de Cássia

Nasceu em Itália em 1381. De nome Margherita Lotti o que originou o nome Rita. É a Santa das Causas Impossíveis. Foi uma monja agostiniana da diocese de Espoleto, Itália. Foi beatificada em 1627 e canonizada em 1900 pela Igreja Católica.
Cronologia: Século XVIII
Técnicas: Cerâmica policromada
Materiais: Barro

Santa Teresa de Ávila ou Teresa de Jesus

(1515-1582)
É especialmente conhecida pela reforma que realizou na Ordem das Carmelitas, e pelas suas obras místicas. Foi proclamada Doutora da Igreja pelo Papa Paulo VI. Santa Teresa enverga o hábito do Carmelo. Surge com a coroa de espinhos na cabeça e a envergar a Cruz de Cristo.
Padroeira dos Professores.

Promessas de cera

São pernas, pés, cabeças, figuras de corpo inteiro, inteiramente moldados em cera, o mais próximo possível da realidade. A tradição diz que quando se reza ao santo da devoção a implorar ajuda, em troca promete-se cera em forma de objetos. Estes cândidos objetos de devoção vão simbolizar o pedido.

Naveta

Recipiente, geralmente metálico, para guardar os grãos de incenso. Geralmente, sobre um pé, o recipiente apresenta a forma de uma nau, mais ou menos estilizada, abrindo-se total ou parcialmente na parte superior, por uma ou duas tampas com dobradiças.

Turíbulo

Queima-perfumes em metal utilizado para incensar. É composto por um recipiente com tampa perfurada e suspende-se com quatro longas cadeias, uma das quais serve para içar a tampa. O incenso é posto sobre as brasas colocadas no interior do recipiente. O turíbulo é acompanhado pela naveta, com a qual pode fazer conjunto.

Cálice

Vaso sagrado do qual o celebrante consagra o vinho durante a missa. (…) O cálice costuma fazer conjunto com a pantena e, por vezes, com a píxide.

Píxide

Vaso sagrado utilizado para guardar as hóstias consagradas e para a sua distribuição fora da comunhão. (…) a tampa apresenta, geralmente, uma pequena cruz no topo. A píxide costuma fazer conjunto com o cálice e a patena.

Custódia/Ostensório

Suporte utilizado para a exposição do Santíssimo. Geralmente em metal precioso, é constituído por uma armação mais ou menos elaborada, elevada sobre um pé e encimada por cruz, no centro da qual se insere um elemento envidraçado onde, durante aquela cerimónia, se apresenta o crescente eucarístico ou a lúnula com a grande hóstia consagrada.

Galheta

Pequeno recipiente versador geralmente tapado. Apresenta-se num conjunto de duas peças, uma para conter o vinho (galheta de vinho), outra para a água (galheta de água) da missa. São colocadas num prato (prato de galhetas), numa salva (salva de galhetas) ou num suporte específico (porta-galhetas). O conjunto é colocado sobre a credência ou num nicho junto ao altar.

Patena

Pequeno prato consagrado, geralmente em ouro ou prata dourada, utilizado pelo celebrante, durante a missa, para colocar a hóstia, antes e depois da consagração, e para recolher eventuais partículas. (…) A patena costuma fazer conjunto com o cálice e a píxide.

Genuflexório normativo

Genuflexório pertencente a um indivíduo e reservado à sua utilização. Pode apresentar uma inscrição ou o nome ou as armas daquele a quem pertence.

Cadeira com genuflexório

Cadeira com genuflexório colocado sob o assento articulado e espalda com topo almofadado para apoio dos cotovelos.

Confessionário móvel

Confessionário em forma de painel móvel com pés, fazendo a separação entre uma cadeira e um genuflexório vulgar, utilizados, respetivamente, pelo presbítero e pelo penitente, durante a confissão.

Jogo de campainhas de altar

Instrumento sonoro de percussão, tocado pelo sacristão em determinados momentos da missa, para marcar a sua solenidade e para chamar a atenção dos fiéis. É constituído por uma série de campainhas metálicas, integradas numa caixa de ressonância munida de cabo no topo.

Jarra de Altar

Recipiente no qual se colocam flores naturais ou artificiais, colocado sobre o altar ou muito próximo deste.

Tocheiro de Coro

Suporte para vela, de grandes dimensões e um lume. Usado aos pares, são ambos colocados no chão de cada um dos altares.

Cruz Processional

Cruz que abre um cortejo processional ou fúnebre.
Adquirida em outubro de 1910 à firma “José Rodrigues Teixeira & Filho”, Porto, pela quantia de 166$400.

Cinturão para Instrumentos Processionais

Suporte constituído por uma bainha presa a um cinturão, geralmente um boldrié, utilizado durante a procissão para apoiar qualquer elemento de mobiliário litúrgico com haste ou vara.”

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